Dra. Thais Claudio
Cirurgia Cabeça e Pescoço Tireóide

Formação acadêmica
  • Graduação em Medicina – UNIFESP 2004
  • Residência Médica em Cirurgia Geral e Cirurgia de Cabeça e Pescoço | UNIFESP
  • Membro efetivo da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço.
  • Fellowship no Istituto Europeo di Oncologia, Milano, Itália
  • Certificação em Mapeamento e Estimulação Neural na Cirurgia de
    Cabeça e Pescoço pela Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço
Dra Thais Claudio Cirurgia Cabeça e Pescoço
Dra Thais Claudio, UNIFESP, Cirurgia Cabeça e Pescoço, Tireóide, paratireoide, otorrino

A Cirurgia de Cabeça e Pescoço se ocupa de:

Tireoide

  • Câncer de tireoide (carcinomas papilífero, folicular, medular e anaplásico)
  • Nódulos e cistos de tireoide
  • Hipotireoidismo e Hipertireoidismo

Paratireoide

  • Hiperparatireoidismo Primário
  • Hiperparatireoidismo Secundário

Glândulas salivares

  • Nódulos benignos e câncer de glândulas parótida, submandibular e sublinguais

Tumores e Nódulos do Pescoço

Câncer de Pele, Cabeça e Pescoço

  • Carcinoma Basocelular
  • Carcinoma Espinocelular
  • Melanoma

Doenças congênitas cervicais

  • Cisto Branquial
  • Cisto Tireoglosso

Câncer de Boca, Orofaringe e Laringe

  • Língua, palato,
  • Amigdalas
  • Pregas vocais, epiglote

Saiba mais

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Tive um nódulo tireoidiano descoberto em um exame de rotina. Devo me preocupar?

A tireoide é uma glândula de aproximadamente 10 cm3, com um formato que lembra uma “borboleta”, e se localiza na região anterior do pescoço, sendo responsável pela secreção de dois hormônios: a triiodotironina (T3) e tireoxina (T4) que regulam basicamente como o corpo usa e armazena energia. Hoje é cada vez mais comum a descoberta de nódulos tireoidianos em ultrassonografias cervicais de rotina solicitadas principalmente por endocrinologistas e ginecologistas. Todo nódulo tireoidiano deve ser avaliado por um especialista, no entanto, é importante saber que nódulos na glândula tireoide são muito comuns. Cerca de metade das pessoas possui pelo menos um nódulo na tireoide, mas a maior parte desconhece o fato, e aproximadamente 95% dos nódulos são benignos. Além disso, a maioria dos pacientes diagnosticados com neoplasia maligna da glândula tireoide tem uma excelente chance de cura, principalmente se tratados precocemente. Dessa forma, caso tenha tido um nódulo tireoidiano descoberto, procure um Cirurgião de Cabeça e Pescoço para avaliação e tratamento adequados.

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Nódulos cervicais

Nódulos cervicais são muito comuns na região da cabeça e pescoço. Geralmente, o único sinal é um nódulo cervical palpável. Muitas vezes, a descoberta do nódulo se dá por outras pessoas que o notam no indivíduo acometido.

A gama de diagnósticos diferenciais dos nódulos cervicais é muito extensa. No entanto, a idade do paciente é um dos fatores mais importantes na sua avaliação. Nas crianças, a maioria dos nódulos compreendem doenças inflamatórias ou congênitas benignas. Já nos adultos acima de 40 anos, a possibilidade de doença maligna deve ser fortemente levantada. Os fatores mais fortemente associados à malignidade são o álcool e o cigarro.

Qualquer nódulo cervical que não desapareça em até duas semanas deve ser avaliado por um Cirurgião de Cabeça e Pescoço. Sintomas associados como rouquidão, dificuldade para engolir e dores de ouvido precisam de avaliação cuidadosa.

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Tumores de glândulas salivares

Tumores de glândulas salivares são raros, compreendendo 6% a 8% de todos os tumores na região da cabeça e pescoço.

A glândula parótida, maior glândula salivar do organismo, localizada na região lateral da face, é o lugar mais comum, compreendendo aproximadamente 85% desses tumores. Cerca de 75% dos nódulos parotídeos são benignos. Menos frequentemente, os tumores das glândulas salivares tem origem nas glândulas submandibulares, sublinguais e glândulas salivares menores (localizadas na mucosa da boca e do trato aereodigestivo alto). Ao contrário dos nódulos das glândulas parótidas, 40% das lesões das glândulas submandibulares, 80% das glândulas sublinguais e 70% das glândulas salivares menores, são malignas.

O tipo mais comum (praticamente metade dos casos) de neoplasia benigna das glândulas salivares é o Adenoma Pleomórfico. Outros tumores benignos mais raros compreendem o Tumor de Warthin (associado ao tabagismo), Adenoma de Celulas Basais e Adenoma Canalicular.

O tumor maligno mais comum é o Carcinoma Mucoepidermóide, que é responsável por 50% dos casos de neoplasia maligna das glândulas salivares.

 

Quando procurar um especialista?

O aparecimento de massa ou nódulo na região lateral da face próximo à orelha pode ser indicativo de tumor na glândula parótida e precisa ser avaliado. A combinação desse sinal com paralisia da face geralmente está associada a comprometimento do nervo facial, sendo necessária uma cuidadosa investigação. Outras lesões que precisam ser avaliadas são as que aparecem lateralmente abaixo da mandíbula, na região das glândulas submandibulares e, dentro da boca e abaixo da língua, na região das glândulas sublinguais.